Site Oficial da Nações Unidas Versão Inglês
Imprensa | Viajar para Angola | Links | Fale Conosco

 ONU Equipa do País

ONU Unidade do Coordenador Residente

ONU Plano Quadro para Ajuda ao desenvolvimento
Acção II
Conheça a ONU
fffffff
ACÇÃO II
 

No seguimento do relatório do Secretário Geral Fortalecimento das Nações Unidas: uma agenda para a mudança (A/57/387), foi preparado pelo Escritório das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos um Plano de Acção (conhecido como Acção 2) para desenvolver a capacidade das operações humanitárias e de desenvolvimento das NU.

Uma contribuição importante para a agenda definida pela Acção 2 em Angola foi a visita da Representante Especial do Secretário Geral para os Defensores de Direitos Humanos. A Representante Especial conduziu uma visita nacional a Angola entre 16 e 24 de Agosto de 2004, durante a qual se encontrou com oficiais séniores do Governo, uma gama alargada de defensores de direitos humanos e representantes de organizações inter-governamentais internacionais e de Estados. O objectivo desta visita foi avaliar a situação e o papel dos defensores de direitos humanos em Angola.

- Na secção I , a Representante Especial descreve o ambiente legal e institucional no qual os defensores de direitos humanos operam em Angola. Ela frisa que as leis aplicáveis no campo da liberdade de expressão, informação e associação continuam a demonstrar várias fraquezas, as quais afectam negativamente os defensores de direitos humanos. Apesar de reconhecer os esforços meritórios do Governo no desenvolvimento de políticas e instituições nacionais para promover e proteger os direitos humanos no país, ela realçou que são necessários mais esforços para assegurar o seu funcionamento adequado.

- Na secção II , a Representante Especial examina a capacidade dos defensores de direitos humanos em Angola. Ela nota que apesar da presença de muitas ONGs no país, a capacidade dos defensores para levantar questões relacionadas com direitos humanos permanece fraca, particularmente fora de Luanda. Ela destaca a necessidade de formação adicional e de maior cooperação entre organizações existentes.

- Na secção III , a Representante Especial reconhece a melhoria relativa na situação dos defensores desde o final da guerra. Ela lamenta, no entanto, que as autoridades do Estado continuem a considerar os defensores de direitos humanos com hostilidade e a assemelhar as suas acções a oposição política. Ela nota que, como resultado, os defensores de direitos humanos praticam muitas vezes auto-censura, deixando muitos assuntos importantes por tratar.

Ela frisa também que a ausência de meios de comunicação independentes prejudica a capacidade dos defensores de direitos humanos publicitarem as suas preocupações e conduzirem as suas actividades. Os defensores continuam a enfrentar sérios obstáculos à criação, registo e operação de ONGs e o seu acesso limitado à justiça afecta negativamente o seu trabalho.

Ela conclui no seu relatório que, com as eleições planeadas para 2006, Angola enfrenta um sério desafio no seu desenvolvimento rumo à democracia que só poderá ser vencido se os defensores de direitos humanos puderem contribuir efectivamente para a preparação, monitorização e realização deste importante processo.

Documento Completo

 

Procurar

Entrada para Chefes
das Agencias
CDA
Senha
 
AGENCIAS das ONU
em Angola
Membros Permanentes
Membros não Permanentes

UNESCO

 
Copyright 2005 Nações Unidas Angola - Todos os Direitos reservados
Home Contactos