As hostilidades
terminaram abruptamente em Abril de 2002, abrindo vastas
extensões de terreno em áreas anteriormente
inacessíveis e resultando em milhões de
angolanos necessitando de ajuda da UNICEF. Os primeiros
passos críticos tomados em 2003, quando a UNICEF
lançou as maiores campanhas nacionais de saúde
e educação de sempre, foram:
- Quase metade dos 4.5 milhões
de crianças anteriormente sem registo têm
agora certificados de nascimento.
- A campanha De Volta à
Escola levou o governo a acrescentar $40 milhões
ao seu orçamento para a educação.
- Crianças ex-soldados
apoiadas pelo Programa de Descoberta das Famílias
& Reunificação, formação
vocacional, apoio social e acesso à educação.
Os objectivos da UNICEF
em Angola são:
- Reduzir a mortalidade infantil,
promover a educação para todos e implantar
na agenda política as prioridades para as crianças
e os seus direitos.
- Criar condições
apropriadas para o reassentamento dos 3 milhões
de angolanos que regressaram (1.2 milhões ainda
não regressaram)
- Restaurar os sistemas básicos
de saúde e eudcação no país
– avançando com uma mudança gradual
de campanhas de imunização para a imunização
de rotina.
- Encorajar o governo a usar
os seus recursos e construir parcerias com todos os
níveis da sociedade para promover o desenvolvimento
em Angola.
- Ajudar a restabelecer os
sistemas sociais e aplicar os recursos do governo
na reconstrução da infra-estrutura básica
do país.
A situação
da criança em Angola
- 60% dos angolanos são
crianças.
- Quase metade das crianças
angolanas não frequenta a escola.
- 45% sofre de malnutrição
crónica.
- Uma criança em cada
quatro morre antes do seu quinto aniversário.
(Angola tem a quarta taxa mais elevada de mortalidade
infantil.)
- 100,000 crianças foram
separadas das suas famílias durante a guerra.
- 4.5 milhões de crianças
não se encontravam registadas.
- Quase metade da população
não tem acesso a água limpa e segura.
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